domingo, 19 de julho de 2015

QUE TODOS TENHAM UM FELIZ DIA DO AMIGO!!!!!

Normal demais...rs

Eu estava dando um giro por ai . vendo alguns blogs e tal...adorei um monte deles.Outros me deixaram uma sensação estranha de desigualdade, me fizeram sentir normal demais.Mas no geral, gostei da enorme diversidade de pensamentos.Há blogs  sobre todos os assuntos.Vi muita criatividade e beleza.Alguma coisa  sinistra e muita dor de cotovelo.Alguns surpreendentes, incríveis e maravilhosos.Muitos  , atualizados com extrema  dedicação.Me proporcionaram viagens literais  sem que saísse  do meu canto.E são tantos que não consegui vislumbrar  sequer a ponta do iceberg...Farei isso mais vezes!

Mas o que descobri de mais valioso foi que os blogueiros de uma maneira geral, gostam muito do que fazem e isso é gostoso demais.

Por isso hoje vim homenageá-los e desejar muito sucesso !



sábado, 18 de julho de 2015

Onde a vida me levar...



Se as loucuras que fizemos ou ainda faremos por amor, não mudarem algo em nós, o que mudará ? São experiências de coragem, de fraqueza, de presunção,aflição, amor e desamor ( por nós mesmos )e segue  a lista. São tantas as situações, os motivos...Muitos não se justificam, é verdade ... Mas  alguns valeriam a nossa vida ! O amor verdadeiro vale a vida em um momento .

Eu tive um amor assim.Me fez morrer, me fez viver...E minhas tentativas de esquecer me trouxeram até aqui.Hoje sou grata por essa experiência , pelos ensinamentos dela, apesar de toda dor...Nada é por acaso.


sexta-feira, 17 de julho de 2015

Quero um abraço

Isso dá muito o que falar...O que pensar.Quantos amigos  a gente tem que  faz tempo, só falamos pelo face, pelo msn  ou por outro  comunicador, seja ele qual for ? Sentimos saudades,sentimos falta....E também vergonha por trata-los  assim.Indignação por sermos também tratados dessa forma...Então  ter encontrado essa imagem, poxa....traduz muito bem o meu desejo, o meu anseio  em relação a estes amigos  que são tão queridos e  muitos deles nem estão tão longe assim.....A tecnologia , apesar de facilitar, nem sempre é a melhor opção.

Hoje quero um abraço ! Daqueles de verdade, cheio de carinho e amor.

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Um vento sudoeste...




Havia uma brisa de início bem suave... O sol derramava seus últimos estertores de calor sobre mim, mas ainda iluminava o mar até o mais longe onde a visão podia alcançar. E bem baixinho, quase sumindo pelos ruídos do mar, havia uma música que me envolvia toda, me levando a um tempo fora de todo o tempo. Um tempo em que eu era outra pessoa. A música tem o poder de nos reportar, até mesmo ao que nunca existiu... Ou que só se concretizou em nossa imaginação. Mas lá estava eu! E esse lugar, talvez dentro de mim, bem fundo, fundo como as profundezas do oceano mais azul do globo. Não sei se esse lugar de fato existe... Profundidades costumam ser escuras... E, no entanto eu me sentia flutuando em uma lagoa tão plenamente azul, clara e límpida. Era linda!Era o meu interior. Já fui assim. Um dia ou nunca antes. Mas ali, naquele momento, naquele lugar, assim eu me sentia e assim eu estava. Eu podia.
Inesperadamente acordei desse devaneio com respingos fortes sobre minha face. O sol já havia partido de todo. O vento não era mais uma brisa, tinha ímpetos de ventania, prenuncio de tempestade. A música era outra. Um samba agitado, ali intrometido por um capricho da imperfeição que rotula tudo o que pode ou não: nada é perfeito. O vento era o sudoeste, aquele vento que desfaz as brisas e constrói impressões de tempestade, desfazendo planos, espantando, escorraçando as boas intenções de um passeio em paz. O manto escuro da noite já envolvia tudo e não conseguia ver estrelas, nem ouvi-las como Bilac. Foi quando pensei em estrelas que tive medo de estar perdida. Estava sozinha, com quase nenhuma roupa e sem os óculos que insistiam em sumir por aí.
Meu barco era um bote, resistente, mas somente um bote e não havia nele a menor estrutura para que eu tivesse ido tanto, que esqueci de voltar.Estava longe da costa, o mar agitado, o céu escuro, sem sinais de ajuda.Eu com frio e o estômago começava a sentir fome. Não era eu, apenas ele. Porque eu insistia em uma mesura única, acreditar estar no controle. Mas era fato, não estava. Enquanto tentava pensar, o sudoeste virou tempestade e me percebi jogada de um lado para o outro daquelas quinas infláveis. Havia muita água dentro do bote e eu não conseguia me segurar em nada. Tentando me equilibrar, fui à extremidade do bote e puxei a corda para dar partida no motor. Estar em movimento me faria sentir melhor do que continuar parada esperando a certa morte por vir. Após três desesperadas tentativas, consegui, mas apenas para piorar tanto as coisas: bati logo em algumas pedras e o bote furou...

Por um tempo em que não saberia dizer o quanto durou, estive desacordada. Ao abrir os olhos, o sol já ia alto. Havia uma ave meio despenada bicando a minha barriga, creio ter sido por isso que acordei. Reparando a situação a minha volta, percebi que o bote não estava ali, nem vestígios dele eu vi. Eu estava em uma pedra bem grande, como uma ilha no meio do nada. Meus lábios ressecados já principiavam a rachar. Minha boca extremamente seca. Esses sintomas indicavam que estava por horas adormecida sob o sol. O mar estava calmo e não havia viva alma por perto. Notei as roupas sujas de sangue, procurei por algum ponto de dor. Minha cabeça estava dolorida, o cabelo embolado ao sangue já seco e grosso. Um grande corte, uma enorme dor de cabeça. Comecei a lamentar a vida: quando tudo parece estar ruim, eis que vem algo novo e fica pior ainda.

Mas o meu cínico otimismo não seria estragado por tão pouco e estava absolutamente convencida que iria logo, logo aparecer alguém e me tiraria daquela montanha quase que totalmente submersa no mar. Meu corpo estava muito dolorido e me sentia meio zonza, não percebendo se de fome ou da pancada e corte na cabeça. Sentei-me com as mãos envolvendo os joelhos, pensando estar fazendo a única coisa que resolveria parte da situação. Iria tentar poupar forças e relaxar o máximo que desse. Após um bocado de horas, avistei algumas barbatanas rodeando a pedra e logo entendi que eram tubarões. O sol sobre a minha cabeça já me levava à sensação de delírio. Pensei em molhar a saída de praia e colocar sobre a cabeça e ombros que ardiam imensamente, mas a presença dos terríveis peixes quase me paralisava. E fiquei imóvel no mais alto da pedra. Um pouco mais adiante nas horas, começou novamente a escurecer o meu medo virou pranto e já estava em pânico, chorava , gritava , xingava e brigava com Deus: não era justo!Eu não queria morrer, não assim, longe de todos, sem ninguém saber onde estava.

Comecei a tremer de frio e febre. Agora o delírio invadia todo o meu corpo em dimensões inenarráveis. E eu era só uma princesa presa na torre, gritando desesperadamente por socorro. Mas ninguém aparecia e lamentei que nem mesmo nos delírios, os príncipes deixassem de ignorar as princesas. Será que só havia sapos no mundo? Eu chorava, sofria e me arrependia da estupidez feita. O sono da febre trouxe pesadelos e acordei ouvindo vozes que na verdade nunca estiveram por lá. Vozes alegres de crianças correndo brincando, vozes em forma de preces, que começaram baixinho e depois foram aumentando o som como uma sinfonia tocando o bolero de Ravel. Quando acordei, não conseguia falar, gritar. Estava muda. Minha voz foi embora de mim. Voltei a dormir. Com o dia veio o sol novamente e eu nem agüentei abrir os olhos. Estava morrendo. Não conseguia falar nada, não mexia nem um dedo e senti dificuldades para respirar. Creio ter desmaiado.

Acordei não sei quando e nem onde. Mas estava me sentindo muito confortável. Mãos ásperas acariciavam meus cabelos. Sentia um cheiro de café e tudo ali era muito fresco, entrava uma brisa leve vinda de várias direções e a curiosidade de saber como era o céu, me fez abrir os olhos. Não era o céu, ao menos não aquele que inicialmente pensei. Mas era o céu, sem dúvida alguma. As mãos eram de uma senhora muito meiga e carinhosa. Estava na casa dela em uma vila de pescadores. Estava salva. E já estava ali fazia três dias. Como era bom estar viva. Antes da febre e do delírio, lembro que pedi mais uma chance e nem fora para continuar a minha busca incessante por realizações pessoais que sempre sonhei, mas foi para dizer para algumas pessoas o quanto eu as amava e lamentava a minha estupidez em tentar afastá-las da minha vida. Havia acontecido!E agora eu poderia voltar para casa e sorrir sem fingimentos, sem o sorriso que esperavam que eu desse. Podia ser eu mesma sem culpas, porque agora, estava realmente querendo sorrir, querendo viver. Já havia feito tanta gente infeliz com o meu descaso por mim mesma. Principalmente aqueles que mais me amavam.

Voltei para casa, para o trabalho, para as pessoas que não me suportavam e também para aquelas que me amavam. Voltei também para aquelas pessoas que precisam de mim e das quais eu nunca mais pensaria me afastar. Faria tudo para amá-las como mereciam. As outras , as que não se importavam, tentaria ao menos provar, que eu estava disposta a abrir espaço em minha vida. Quem sabe seria um começo de redescobertas daqueles relacionamentos que um dia tinham sido tão bons. Então eu voltei, mas do que para todos os outros, voltei para mim. Peguei a vida de volta.

Quando chegamos tão perto da morte que só a pré-morte nos pode devolver a vida, nos deparamos com o insondável de nós mesmos. Nos deparamos com o que mais odiamos em nós e paramos de dar desculpas do porque não fazemos o que precisa ser feito para sermos felizes,para não amar, para não viver.Passamos a ter uma tremenda vontade de viver e deixar viver. Um véu se descortina e percebemos como tudo na vida é pueril, passageiro e sem necessidade real. Que só os sentimentos é que irão nos acompanhar para a outra vida e que só o amor que tivermos um pelos outros nos farão verdadeiramente felizes. Eu aprendi isso quando estava morrendo e agora retenho esse ensinamento durante este tempo que me resta nessa vida. ”Precisamos viver como se não houvesse amanhã, porque na verdade não há”








quarta-feira, 15 de julho de 2015

Vida simples e organizada




Para viver com simplicidade não é necessário morar em uma cabana de palha , mas algumas escolhas básicas e uteis podem imprimir em nós conceitos e novos valores que serão muito  importantes para nosso dia a dia e modo de viver, onde SER é muito melhor e mais importante do que TER. Uma boa dica para colocar em prática é   Não entulhar a casa com coisas que você raramente usa. Aprenda a ser generoso, abra as mãos e o coração. “Deus ajuda a quem doa com alegria”. Segundo um hábito oriental, é muito importante abrirmos espaço ao novo e isso ocorre, quando não acumulamos mais do que realmente precisamos. E há tantos tão necessitados, de tantas coisas... Quando nós podemos fazer a diferença na vida de alguém, com certeza isso será maravilhoso para essa pessoa, mas será ainda melhor para quem se mostra interessado, preocupado com o semelhante. O desprendimento de nossos bens é seguido muito de perto pelo autor da vida.

Ser organizado é outro ponto forte na vida de quem pretende viver com simplicidade. Abaixo listo algumas das atitudes que podemos realizar para conseguirmos viver em harmonia, com nossas escolhas simples, dentro da lógica de nossas necessidades, buscando a organização e limpeza do nosso ‘local de viver’. Essas dicas são da Thais Godinho que tem um site super bacana onde ensina tudo sobre organização, vale a pena conferir: http://vidaorganizada.com/

6 tarefas para fazer quando você não tem tempo para limpar a casa


Fazer alguma coisa é melhor do que não fazer nada – esse deve ser o seu lema nos dias mais difíceis, quando é praticamente impossível encontrar tempo para manter a casa minimamente limpa. Se você estiver se sentindo assim, veja 6 tarefas que você pode fazer para manter as coisas em ordem.

1. Lave a louça

Se sua casa estiver um caos e você tivesse que escolher somente uma tarefa para executar, eu recomendaria a você que lavasse a louça. Por quê? Porque a pia cheia de louça suja nos deixa desanimados. Não sei exatamente o motivo, mas começar por ali dá uma sensação de que tudo está começando a entrar nos eixos novamente. Portanto, se estiver desanimado(a) com a sujeira na sua casa, lave a louça e limpe a pia. Você verá a diferença.

2. Comece a se livrar da tralha

Eu sei que sempre falo sobre isso por aqui, mas é porque dá certo. Quando temos tralha em casa, a tendência é que faltem lugares para guardar as coisas que realmente importam. Você acha que não tem tralha ou que esse não é um problema? Pegue um saco plástico hoje e percorra sua casa jogando dentro tudo o que for lixo. Você vai se surpreender com a quantidade e ainda é capaz de ter que pegar mais de um saquinho para continuar o trabalho.

3. Considere viver de forma minimalista

Não totalmente minimalista, se não for seu estilo, mas ao menos inspirada(o) nisso. Ser minimalista significa fazer e ter somente o que for extremamente necessário ou que você realmente ame em sua vida. Verifique se você não está fazendo coisas desnecessárias demais. Não há qualquer problema nisso – o problema reside quando você não consegue fazer o que é necessário porque está focando nos supérfluos.

4. Limpe aos poucos diariamente

Em vez de limpar a casa inteira uma vez por semana, distribua as tarefas ao longo dos dias. Não é para ficar cansado(a), mas para não perder um dia inteiro nessa função. Além do mais, se você tiver um imprevisto e não conseguir limpar a casa no dia pré-estabelecido, como ficará? Portanto, tente fazer esse teste para ver se funciona para você.

5. Faça listas de limpeza diária, semanal etc.

Aqui no blog eu tenho um post com checklists para limpeza diária, semanal, sazonal etc. Você pode começar a partir dali. Ter listas é bom porque te dá um guia, você sabe o que seguir e o que fazer. Algumas pessoas não gostam, mas elas são extremamente úteis.

6. Esvazie as lixeiras

Essa é outra tarefa que traz alívio imediato na limpeza da casa! Esvazie todas as lixeiras: cozinha, banheiros, escritório e onde mais elas estiverem.
Se você se organizar para limpar a casa todos os dias um pouquinho, ela nunca chegará ao caos novamente. No entanto, se chegar, você já sabe por onde recomeçar!

O óbvio é aquilo que nunca é visto até que alguém o manifeste com simplicidade.


terça-feira, 14 de julho de 2015

Esperanças








Não fiz esse blog no intuito de falar sobre um único assunto. Porque tenho muitas coisas dentro de mim e gostaria de partilhar com todos vocês . Um pouco de um  tudo que vivo. Gosto de vários assuntos  e temas . Gosto de coisas simples  e raras...de chuva e boa leitura ( um casamento quase perfeito, não é mesmo ?) e muitas outras coisas...

 Aqui pretendo abrir o coração, como alguém que precisa de conselho e de amor, atenção e proteção. sou alguém que espera ser útil e carinhosa para com todos que aqui vierem. Se quiserem deixar seu comentário, fiquem a vontade, será lido com carinho e respeito, mas o mesmo peço a quem o escrever.

  Já tentei muita coisa nessa vida e muita coisa deu errado. Mas nunca perdi a capacidade de  tentar e acreditar novamente. Como diz a letra de uma música que gosto muito:  É mais difícil e impossível, viver a vida sem esperar ( Pe. Zezinho ).Continuo confiando  que vou ainda realizar alguns dos meus sonhos. Estou fazendo a minha parte, acredito eu. Mais agora, menos ansiosa, com mais experiência de vida...Estou dando um passo de cada vez. Aprendi que colher  antes da hora , azeda o paladar.